sexta-feira, 6 de abril de 2018

Lançamento: Borboleta - a menina que lia poesia




Borboleta - a menina que lia poesia
Editora Patuá, 2018
Lançamento





"(...) Em cada um dos oito capítulos deste livro, Chris Herrmann revela tom a tom a formação da consciência de uma menina-crisálida que se prepara para sair definitivamente de seu casulo. De todas as descobertas de Maria Rosa, a poesia foi a que a embalou desde o berço e a que a trouxe serenidade para lidar com fatos e sentimentos antes inimagináveis."
Leonel Prata


"(...) É que Maria Rosa amadurece dentro da gente para nos fazer voltar a ser crianças.
Essa é a única maneira de finalmente compreendermos as dores que tanto riem de nossas almas.
De enxergarmos a invisibilidade do medo. De praticarmos a pequenez das coisas sem tempo e suas intensidades. De nos sabermos um pouco Rimbauds de nós mesmos, culpando a delicadeza que parece monstruosa demais para nos deixar partir."
Adriana Brunstein





O romance Borboleta - a menina que lia poesia de Chris Herrmann publicado pela Editora Patuá será lançado em Maio no Brasil em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Contará com a presença da autora brasileira, carioca, que há vinte e dois anos vive na Alemanha. O prefácio tem assinatura do jornalista e escritor Leonel Prata. O texto da orelha, da escritora e poeta Adriana Brunstein. A pré-venda será aberta em breve no site da editora: www.editorapatua.com.br





Sinopse:


Maria Rosa é uma menina órfã de 14 anos que perdeu seus pais muito cedo para as agruras da fome e da miséria. Ganhou o apelido de borboleta no dia em que chegou à creche e corria atrás daquele bichinho tão lindo de asas coloridas.Traumatizada e muda, ela cria seu próprio mundo a partir das leituras de poesia que tanto ama. Viagens literais de uma borboleta sonhadora com o mundo fora de seu casulo. Mas a borboleta tem dificuldades de se comunicar com as outras crianças de sua idade no mundo real. A grande reviravolta na vida desta borboleta não chegou de forma doce nem florida. Foi através da Leucemia que seu olhar sobre o mundo e seus casulos foi se modificando. A poesia penetrou nas asas da menina. Novas tonalidades de vida foram surgindo. Suas descobertas alteraram as rotas de voo de Maria Rosa e de seus novos amigos de forma sensível e surpreendente. A história começa contada na Floresta Amazônica, se fixa em Manaus, e percorre várias cidades do Brasil através das leituras de poesia da borboleta. E nós viajamos com ela, sem chances de não nos emocionar.


Datas e locais de lançamento:


Dia 4/5 – 19h – Patuscada: Rua Luís Murrat, 40 - São Paulo

Dia 6/5 às 16h, a autora estará na Casa Amarela - R. Julião Pereira Machado 7, SP - para o relançamento de Gota a Gota, Scenarium 2016, e levará exemplares do romance para quem não puder comparecer ao Patuscada.

Dia 11/5 – 19h – Letras e Ponto: Rua Aimorés, 388 – salas 501/502 - Funcionários - BH

Dia 18/5 – 19:30h – Starbucks: Av. N.S. Copacabana, 1058 - Copacabana - RJ










Chris Herrmann é escritora/poeta, editora e musicista carioca radicada na Alemanha. No Brasil, estudou Literatura (UFRJ), Música (CBM) e Webdesign (Uni Carioca). É pós-graduada em Musikgeragogik (Musicoterapia e Educação Musical para Terceira Idade) pela Universidade de Münster, Alemanha. Autora dos livros de poesia “Voos de Borboleta”, “Na Rota do Hai y Kai” e “Gota a Gota”. Organizou e participou de várias antologias de poesia. Edita Boca a Penas com Adriana Aneli. Colabora e tem poemas publicados em diversas revistas literárias impressas e eletrônicas como: Scenarium Plural; Algo a Dizer; Blocos Online; Zona da Palavra; Germina; Mallarmargens; entre outras.




quinta-feira, 29 de março de 2018

Novos projetos para um bem viver





Como foi se modificando a minha vida ao voltar para São Paulo!

Após morar em Bragança Paulista vários anos, onde  fui imensamente feliz com meu marido e meus grandes amigos, meus familiares acharam que eu estava muito sozinha (não era bem assim). Meu querido marido já não estava mais comigo, mas eu não me sentia só: suas lembranças preenchiam meu vazio.

Porém, minha querida Eliane quis que eu retornasse a São Paulo para morar com ela. Isto aconteceu no ano de 2006.

Ao chegar em São Paulo, disse a mim mesma: e agora, o que farei da minha vida, sem as atividades que eu exercia no interior? Principalmente, que falta me fariam as aulas de Italiano que eu proporcionava às minhas queridas alunas...

Não desanimei e logo comecei a procurar o que fazer nesta nova etapa da vida. Eu já estava com 85 anos.

Procurei, procurei, e tive a felicidade de encontrar o rumo certo!

Sim: certíssimo.

Comecei a frequentar aulas de DINÂMICA DE GRUPO E ATUALIZAÇÃO CULTURAL . E assim recomecei  a minha vida estudantil; adorei o curso que eu principiava com muito entusiasmo e curiosidade pelos assuntos que eram apresentados a nós, pelas queridas Mestras MARÍLIA e NEYDE.

Eu me integrei a um pequeno grupo de senhoras que, ao participar semanalmente destas pequenas aulas, transformaram-se de colegas a verdadeiras amigas.

Além do engrandecimento cultural, eu me atualizei nos diversos assuntos que a vida cotidiana nos apresenta. Que gratificante!

Perdoem se me alonguei neste texto; quis demonstrar aos amigos e contemporâneos que a vida tem que ser vivida plenamente na idade em que estivermos.

Procurem ter esperança em dias melhores, sabendo que devemos ser colaboradores desta feliz empreitada.

Obrigada a todos!

Beijos da Nida




quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Outros tempos





Oh! Jardineira porque estás tão triste
Mas o  que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Quanto riso, oh quanta alegria, mais de mil palhaços no salão etc

Não quero ser saudosista, mas peço licença a todos que me leem, que sejam benevolentes e me permitam recordar as marchinhas de meus carnavais de 1940, ou talvez antes, quando saíamos no “corso” - assim era chamado - e percorríamos com os nossos próprios carros e suas capotas arriadas, a nossa Avenida Paulista.

Geralmente, íamos todos, (eu, meus irmãos, pai e mãe) fantasiados. Mas o que eu sempre recordei e continuo recordando foi um carnaval em que meus irmãos estavam fantasiados de Pierrôs, e eu de Colombina! Mas pasmem, meus amigos, cada um de nós brincava com serpentinas, confetes coloridos e... lança perfume condicionada em belos tubos dourados de metal.

Era tudo usado como brincadeira: simples e saudável.

Percorríamos duas ou três vezes a linda Avenida Paulista e então terminava alegremente a nossa tarde carnavalesca.

Não posso deixar de mencionar o meu primeiro baile de carnaval, num hotel que ficava ao lado da nossa casa praticamente. Eu tinha 15 anos e ia fantasiada de “bailarina húngara”. Ao meu lado, meus quatro irmãos. Este baile de carnaval foi um marco na minha vida e que me deixou muito e muito feliz.

Enfim, chega de recordações que, na realidade, somente para mim trouxe alegria e felicidade. Apenas quis compartilhar esses belos momentos da minha vida, com os que me são caros.

Chega de saudosismo e vamos encarar o dia de hoje: belos carros alegóricos, homenageando artistas famosos que merecem o nosso tributos pelos seus conhecidos valores.  Sim, nosso carnaval é sofisticado, grandioso, belíssimo, mostrando como o povo se engrandece nas coisas sérias da vida; mas também na grande alegria que emana dos nossos corações em todo o nosso querido Brasil.

Terminou nosso carnaval, mas que tal continuar sentindo alegria?...

Sim, alegria por estarmos vivos e agradecidos por poder trabalhar, participando de todas as novidades que virão nesse 2018.

Obrigada meus amigos e família, pela paciência que tiveram, ao ler esse texto.

Beijos, Nida



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

A música nossa de cada dia





Feliz ano novo, que tudo se realize segundo os seus desejos, etc... etc... Isto é o que nós todos desejamos e pedimos ao nosso Ente Supremo.

Mas eu não quero falar sobre Bom Fim e, sim, me realizar mentalmente e espiritualmente para prosseguir bem nesta minha longa jornada.

E pretendo prosseguir aprendendo a conviver com a minha família e meus amigos, captando humildemente, aquilo que me transmitem.

Isto é: novidades surgem sempre, abrindo meus horizontes, por intermédio da tecnologia moderna.

Através delas, busco conhecer as preferências dos meus netos e bisnetas, nem sempre compreendidas por mim.

Neste verão descobri que se há uma coisa que devo aprender é ouvir com tranquilidade os novos ritmos musicais, desconhecidos até então, e que estão onipresentes nesta barulhenta música atual.

Sinceramente, não posso dizer que a música pós-moderna me agrade totalmente. Mas sabem, queridos leitores, que ouvindo com calma e tranquilidade durante estes dias, descobri que há sonoridade e alguma melodia que cativa alegremente meus ouvidos.

É que na verdade, a confraternização musical com netos e bisnetos faz com que a reunião seja mais alegre e descontraída. 

Para conviver com a mocidade, procure compreendê-la; participe da vida deles!

Concluo, humildemente, que quanto mais convivemos e participamos de suas vidas, mas felizes e alegres seremos.

Até a próxima, meus queridos!

Nida
PS: Estava terminando de escrever o texto quando liguei a televisão... Coincidentemente seis lindas jovens estavam cantando e tocando brilhantemente seus violões e harmônicas, num clássico do nosso cancioneiro: “Não há, oh! gente, oh! não, luar como este, do Sertão”. Num instante eu estava com 15 anos... Com saudade, refleti: a MÚSICA foi e será, sempre, o espelho d’alma, estejamos nós alegres, tristes ou saudosos.
A música une a humanidade. Crianças, jovens, adultos que se tornarão idosos comunicativos e dispostos a viver... Com ritmo e esperança a vida fica mais feliz.


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Que tudo se realize!


Meus prováveis leitores, com certeza meus bons amigos,

Eis que estamos terminando o ano de 2017. Foi bom, foi ruim, foi regular? ...
Sinceramente, não é bem isso que quero saber, senão, somente me assegurar de que todos vivenciamos o ano de 2017, com suas alegrias e tristezas, corajosamente enfrentando os problemas... Com galhardia!
Devemos agradecer a Deus, ou a um Ente Superior, como queiram, pelos bons momentos de 2017 e, assim, reunir esperanças de que em 2018 também os encontraremos. Vamos de braços abertos ao ano que chega, recebendo-o com entusiasmo; mesmo que venha repleto de dificuldades e dissabores. Afinal, estaremos preparados e prontos para transformá-lo. Depende de nós que o dia seja benevolente, que a vida seja acessível a todos.
Então Vivamos 2018, com V maiúsculo, amigos! Vamos recebê-lo amorosamente, para que 2018 nos retribua com seu carinho.

Felicidades para todos nós neste Natal e 2018!

Obrigada, meus queridos, pelos anos que passamos juntos...


Beijos, Nida.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O dom de dialogar



Meus queridos amigos e amigas,


Não sei quando, onde, como e com quem eu falei, que me expos este conceito... Quando eu preciso de alguém ou de alguma coisa importante para o meu eu, faço meu pedido discretamente a alguém que ouça com atenção e possa me ajudar. Nem meu dou a oportunidade de outras alternativas.

Será que esta atitude definitiva é a melhor?

Após conversar comigo mesma, conclui que interessante é procurar a solução de determinados problemas por mim mesma, usando as minhas habilidades...

E como tornar isso possível?

Pesquisando em livros e revistas, e também – e isto é importante – tendo conversas proveitosas com algumas pessoas, cujas opiniões nos guiem nas dúvidas que temos. Assim nos sentimos mais seguros para expor nossas próprias opiniões.

Bom é saber que na minha longa existência pude contar com pessoas amigas, que comigo compartilharam da inteligência, bondade, altruísmo, cultura e fidelidade – a mais bela qualidade da alma. 

Compartilhar questionamentos é solucioná-los de forma inteligente.

Com aqueles que nos são caros, dividir os problemas é atitude que nos beneficia.

Obrigado, meus  queridos amigos e leitores!

Nida







sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O que faz você feliz?



Meus leitores:

Prometendo terminar em breve o meu período de alegorias gastronômicas, cumprimento a todos os meus leitores dizendo BOM DIA!

De que DELICIOSO CAFÉ DA MANHÃ ESTOU DESFRUTANDO! Aqui tem, além do tradicional café com leite, geleias servidas com torradinhas e biscoitos deliciosos.

Esta é uma alegoria dos nossos desejos constantes de poder viver com alegria, sempre felizes, usufruindo o melhor da vida... E eis que lá vem o “mas”: –  Que pretensão, D. Nida! Isto já é querer demais da vida!

E eu, humildemente, respondo que “QUERER É PODER”. E é o que quero hoje transmitir a vocês é o que eu almejo da vida...

E eu não desejo tudo, mas tão-somente o que a vida me oferece; aceitando os cafés amargos que não são poucos, mas sempre cheia de esperança de que o amanhã será melhor e assim o nosso viver fluirá com mais facilidade, pelos tão tortuosos caminhos.

Atentem que eu sempre falo em esperar com calma e esperança o dia de amanhã. Pois vocês não podem calcular o que a vida, tão linda, me proporcionou hoje...

Pois hoje recebi o maior presente da minha vida! E que presente singelo, dado com o coração aberto...  simplesmente, um telefonema!!!

Obrigada, vida! Agradeço por ser contemplada por você com tanta bondade.

Até o nosso próximo encontro literário!

...  o dia era 12 de outubro de 2017.

Nida del Guerra Ferioli (96 anos) é Conciliadora e Mediadora de Conflitos (formada em 2014);  Professora de italiano; Autora dos livros “Vivendo a Vida” e "Le Ricordanze" . Colunista do “Papos de Anjo”, na página literária Boca a Penas (BAP). É mãe de Eliane, avó de Marcello e Valeria e bisavó de Thais e Maitê.